NÃO EXISTE UM ÚNICO PERFIL
A violência de gênero atravessa idades, cores, rendas e territórios. Reconhecer isso é o primeiro passo da prevenção.
01 - ABERTURA
A [jornada
da mulher]
em busca de
proteção do Estado
Antes de uma vida ser interrompida pela violência, existe uma trajetória que muitas vezes permanece invisível. Há sinais, pedidos de ajuda, barreiras na busca por proteção e oportunidades de mudar uma história antes que seja tarde.
A campanha Vidas Interrompidas nasce desse olhar: chamar a atenção para a violência contra a mulher, fortalecer a prevenção ao feminicídio e mostrar que proteger vidas é um compromisso de todos.
Como participante do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, o Tribunal de Contas da União (TCU) reafirma seu compromisso com o enfrentamento à violência contra a mulher. Por meio de sua atuação, o TCU busca contribuir para políticas públicas mais efetivas, instituições mais preparadas e uma mudança cultural que ajude a interromper o ciclo da violência.
Neste espaço, o Tribunal reúne suas ações, dados e evidências de auditoria sobre prevenção ao feminicídio e proteção às mulheres, histórias e experiências de quem vive ou atua nessa realidade, além de informações que ajudam a compreender os desafios da prevenção.
02 - POSICIONAMENTO INSTITUCIONAL - MANIFESTO
TCU | PELO FIM DO FEMINICÍDIO
O feminicídio
não acontece
de repente.
Antes dele, houve sinais, ameaças, agressões e falhas na proteção da mulher.
Por trás de cada caso, há uma história interrompida, sonhos destruídos, famílias marcadas pela dor, crianças órfãs e comunidades impactadas por uma violência que afeta toda a sociedade.
O enfrentamento ao feminicídio exige ação conjunta, que precisa incluir políticas públicas eficazes, serviços acessíveis, instituições preparadas para acolher e proteger mulheres. É preciso construir uma sociedade comprometida com a defesa da vida.
Como integrante do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, o Tribunal de Contas da União (TCU) reafirma seu compromisso com a busca pela proteção das mulheres e pelo fortalecimento das políticas públicas voltadas à prevenção da violência de gênero.
O papel do TCU é contribuir para que o Estado funcione melhor. Por meio de ações de controle, o Tribunal busca identificar falhas, apontar oportunidades de melhoria e induzir mudanças capazes de tornar as políticas públicas mais eficazes para quem delas necessita.
Mas transformar essa realidade exige mais do que aprimorar processos e serviços. Exige também promover uma mudança cultural capaz de enfrentar comportamentos, crenças e práticas que ainda naturalizam diferentes formas de violência contra a mulher.
Por isso, o compromisso do Tribunal também passa pela conscientização, pela escuta e pelo diálogo. A mudança que desejamos para a sociedade começa dentro das próprias instituições públicas, por meio da sensibilização de servidores, gestores e cidadãos sobre a importância da prevenção, do acolhimento e da responsabilidade compartilhada.
Escutar quem viveu a violência, aprender com suas experiências e compreender as falhas que permanecem invisíveis para grande parte da sociedade são passos fundamentais para construir soluções mais efetivas.
O feminicídio não acontece de repente. Ele é precedido por uma sequência de violências que precisam ser reconhecidas, interrompidas e combatidas.
O enfrentamento ao feminicídio exige um compromisso permanente. O TCU segue atuando para que a proteção chegue antes da violência extrema. O TCU trabalha para que nenhuma vida seja interrompida por falta de resposta.
06 - COBERTURA
Notícias
Matérias do Portal TCU sobre políticas para mulheres e enfrentamento à violência de gênero. A lista é atualizada automaticamente.
07 - CENÁRIO NO BRASIL
[Números] que retratam a dimensão da violência contra a mulher no Brasil
Conhecer essa realidade é um passo importante para prevenir e combater a violência e o feminicídio. Os dados mostram quem são as principais vítimas, o perfil dos agressores, onde a violência acontece e suas formas mais registradas, além de contribuírem para o trabalho de auditoria conduzido pelo TCU.
mortes violentas de mulheres
entre 2015 e 2024
relatos de violência registrados
1 RELATO POR MINUTOfeminicídios
PERÍODO ANALISADOhomicídios dolosos/lesão corporal
seguida de morte
PERFIL DAS VÍTIMAS
PERFIL DOS AGRESSORES
ONDE OCORRE A VIOLÊNCIA
TIPOS MAIS REGISTRADOS
FONTE: RASEAM 2025 - MINISTÉRIO DAS MULHERES - LIGUE 180
09 - AUDITORIA
Auditoria Vidas Interrompidas
O TCU examinou 4 etapas estruturantes de atuação estatal, a partir do momento em que a mulher busca apoio:
O fio vermelho representa o percurso que a mulher deveria encontrar ao buscar apoio. Onde ele se rompe, a equipe de auditoria mapeou gargalos.
Cada vida importa.
Se você ou alguém que você conhece está em situação de violência, ligue 180. É gratuito, funciona 24 horas e não aparece na conta do telefone. Em caso de emergência, ligue 190.